Depoimentos

Fui aluno do Mestre Ricardo na década de 1990, que me inspirou a tornar-me um amante do Taekwondo. Com uma proposta que inclui não apenas o desenvolvimento da arte marcial, mas também do caráter e dos valores morais, busquei a HO para o meu filho Guilherme Conceição, que cada vez mais demonstra um comportamento e técnica condizentes com o que há de melhor na cidade, quicá do estado do Rio de Janeiro. Espero que e escola se perpetue, para que possa assistir às minhas próximas gerações

Alexandre R. Conceição, pai de Guilherme F. Conceição.

 

 

André

 

Após muitas tentativas de um esporte para meu filho um amigo me indicou a Highway One. Desde o primeiro dia de aula notei o diferencial da escola. Lá é ensinado muito mais do que defesa pessoal e técnicas de luta. Meu filho tem aprendido o respeito pelo próximo, disciplina, honra, lealdade, autocontrole, trabalho em equipe. Os professores são atenciosos e ensinam tudo com diversão, amizade e de forma natural. Meu filho tem adorado as aulas.
E, ao Mestre Ricardo, só tenho a agradecer por ajudar ao meu filho a ser uma pessoa confiante e do bem.
Super indico a Highway One.

Andrea Cardozo, mãe de Daniel Cardozo

 

André Fenley
Educar um filho, moldando seu caráter com princípios morais, de fé, ética, cidadania e de respeito à família, é uma tarefa complexa, longa e diária. Ao entrar na adolescência, André se encantou com o Taekwondo e teve a “sorte” de encontrar a Escola de Taekwondo Highway One e o Mestre Ricardo Andrade. Mestre Ricardo não somente ensina Taekwondo, como também orienta seus alunos a seguirem valores morais e éticos para a vivência diária, tanto no esporte quanto na vida estudantil, profissional e familiar.

Lígia Fenley – Mãe de André Fenley

 

São vários os motivos que levam os pais a colocarem os filhos para estudar artes marciais – a importância de praticar esporte, da disciplina. Mas o que encontramos foi muito mais que isso na Escola de Taekwondo Highway One. Ricardo Andrade leva a sério sua missão como professor. Está atento às especificidades de cada aluno. E está sempre disposto a ajudá-los a se superarem.

Clarissa Thomé e Eduardo Menezes – pais de João Guilherme e João Vicente

 

Leonardo AlvarezAo assistir a primeira aula de Taekwondo, fiquei encantada! Além dos ensinamentos técnicos desta arte marcial, o Mestre Ricardo Andrade ensina com amor e firmeza outros valores, como: respeito, disciplina mental e corporal, e dedicação para conquistar objetivos

Silvana Alvarez e Jorge Domingues – pais de Leonardo Alvarez

 

Natan GuerraNotamos que era uma das mais completas artes marciais que já tínhamos visto, trabalhando não só a auto-estima do nosso filho, como responsabilidade e disciplina. Hoje em dia, vemos a evolução técnica, mas também uma evolução pessoal, que se reflete na maneira em que ele trata não só os seus familiares, mas também todas as pessoas com que ele tem contato, já que ele se torna a cada dia um individuo mais integro, cortês, honesto, perseverante, maduro, companheiro e acima de tudo amoroso com todos os que o cercam. Agradecemos ao pessoal da Escola de Taekwondo Highway One.

Alexandre Guerra e Érika Rodrigues – pais de Natan Guerra

 

João Guilherme e João VicenteMeus filhos iniciaram a prática doTtaekwondo e estão animados e felizes pela oportunidade de desenvolver essa habilidade. Estão recebendo todo o meu apoio e suporte, por compreender a importância e a relevância da prática saudável e bem orientada de uma arte marcial, que tem influência na formação do indivíduo. Quero que meus filhos atinjam um nível elevado de bom caráter e cidadania, e por esse motivo, acredito que a Escola de Taekwondo Highway One poderá  contribuir de modo relevante na formação dos meus dois pequenos.

Sandro Emílio Carneiro – pai dos gêmeos Bernardo e Miguel

 

Meu filho começou as aulas de taekwondo na equipe Highway One com 7 anos, em 2016. Apesar da turma ser formada majoritariamente por adultos e adolescentes, ele, desde o início, recebeu uma atenção técnica e comportamental necessária para o bom aprendizado da luta, sendo capaz de realizar, com cerca de três meses de prática, movimentos avançados em comparação com a motricidade e destreza infantil apresentada por ele anteriormente, aumentando sua autoconfiança em todas as demais atividades que requerem movimentos corporais.

O taekwondo ensinado na HW1 cumpre também sua função de desenvolvimento de valores esportivos, tais como disciplina, concentração, dedicação, persistência e competitividade dentro de regras estabelecidas. Lá, encontramos um ambiente de respeito e de colaboração entre os alunos, onde os mais graduados auxiliam os menos graduados em suas atividades.

Todo esse ambiente é capitaneado pelo vibrante e atento mestre Ricardo Andrade, responsável direto pelo clima vivenciado nos treinos e eventos da HW1. Eu estou muito satisfeito com a opção esportiva pelo taekwondo e, particularmente, pela escolha da equipe HW1.

Luiz – pai do Miguel

Conheci Ricardo quando tinha 13 anos. Hoje, tenho 29 e sou faixa vermelha ponta-preta de Taekwondo. Ser um faixa vermelha no TKD não é que nem no Judô, ainda mais quando tem ao lado “ponta-preta”. É isso mesmo, ela vem logo antes da preta. E na HO você não chega nela na moleza, não, quanto mais chegar a uma preta! Mas não pense que isso é um fator desestimulante. Ao contrário. Pra mim, a razão é a seguinte.

Geralmente, numa escola como a HO, você consegue chegar com muita dedicação e esmero à faixa-preta depois de uns bons 4-5 anos de treinamento. Não foi o meu caso. A matemática me colocaria até agora com 11 anos de atraso. Entretanto, apesar da aparente demora meio a faculdades, estudo, trabalho, morar fora do país, entre muitos outros “dificultadores”, o TDK permaneceu na minha vida até hoje. Aqui na sala da minha residência na Basiléia, Suíça, eu treino quase que diariamente os movimentos básicos dessa arte marcial que havia conhecido quando ainda era um pré-adolescente. Essa arte me ensinou não só a ser um praticante de TKD. Me ensinou respeito, perseverança, humildade, mansidão, gratidão, firmeza, beleza, companheirismo, generosidade, sinceridade, paciência, incorruptibilidade, e a lista não pára…Todas essas qualidades estão impregnadas no que o TKD significa para mim. E esse significado está presente até hoje na minha vida.

Na minha profissão, música, a arte é algo muito amplo e cheio de caminhos. O que busco nela é transformar algo que é natural na natureza, como o som, em algo artístico, ou seja, artificialmente produzido com o propósito de transmitir algo. Na arte marcial é a mesma coisa. Você não aprende ela e seus princípios de forma natural e passiva. É preciso ter dedicação para modelar mente, corpo e coração numa busca artística que, no processo de aperfeiçoamento, tende à perfeição. Como sabemos que na prática a perfeição é inatingível, o que nos move, na realidade, é uma busca de autoconhecimento, de autoaperfeiçoamento, onde a perfeição se faz em cada momento que superamos a nós mesmos no sentido que for, seja na execução de um movimento, seja no momento de sermos mais humildes.

O Taekwondo pra mim, enquanto arte e amplo como é, tem suas generalidades, suas raízes e características que fazem de todos aqueles que o praticam serem chamados de “taekwondoistas”. Entretanto, como toda arte, ele só existe como resultado daquele “toque” especial que lhe confere o seu praticante. Por exemplo, se você vai a um museu de artes nem todo quadro te impressiona, certo? Nem todo pintor consegue atingir o fundo do seus sentimentos, não é? Não é qualquer concerto de música que você sai no final com aquele esplendor de ter visto algo único! Então, no TKD é a mesma coisa: não é todo mundo que faz dele uma arte por excelência. No meu caso, eu tive a boa sorte de ter encontrado o Taekwondo numa escola de excelência. É por isso que ele está na minha vida até hoje. E, na verdade, meu objetivo principal atualmente não é chegar a faixa preta. O que eu me importo mesmo é me olhar no espelho e me perguntar com calma e sinceridade se estou honrando a faixa que carrego.
Breno Quinderé – 2016

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